Plataformas que, segundo fontes públicas, aceitam clientes no Brasil. Ainda não verificamos as taxas delas para este país, por isso não as exibimos.
Faz câmbio e corretagem no mesmo aplicativo, sem depósito mínimo, e o grupo é controlado pelo Itaú desde 2022: é o caminho com menos atrito para um brasileiro que está começando com pouco por mês.
Referência informativa. Não temos acordo comercial com esta plataforma.
Mesma estrutura de conta internacional mais investimento em um só app, sem mínimo declarado, com proteção SIPC de até US$ 500 mil.
Referência informativa. Não temos acordo comercial com esta plataforma.
Custo total mais baixo e a maior variedade de mercados, mas exige fazer o câmbio por fora e a plataforma é pesada para quem está começando.
Aceita residentes no Brasil e permite frações a partir de US$ 5, mas o produto e o suporte são desenhados para a América hispânica.
O Brasil tem duas rotas para o mercado americano e elas são tributadas de formas diferentes: os BDRs são negociados em reais na B3, sem remessa internacional, enquanto a conta no exterior compra o ativo original em dólar. Quem investe lá fora precisa contar com a retenção de 30% na fonte sobre dividendos americanos — o Brasil não tem acordo de bitributação com os Estados Unidos, embora o valor retido possa ser compensado — e com a tributação anual de 15% sobre aplicações financeiras no exterior introduzida pela Lei 14.754/2023, além da declaração de Capitais Brasileiros no Exterior ao Banco Central.
A taxa por operação é apenas uma parte. O câmbio, o custo de saque e o spread costumam pesar mais do que a corretagem, principalmente para quem investe valores pequenos com regularidade.
Muitas plataformas internacionais atuam na região, mas nem todas abrem conta em todos os países. Verifique no site da corretora antes de reunir a documentação.
Uma corretora internacional costuma ser regulada no país de origem, e não no Brasil. Isso não a torna insegura, mas muda a quem você recorre e qual proteção cobre o seu dinheiro.
Investir em dólar a partir de uma economia em moeda local acrescenta uma variável: o seu retorno depende do ativo e também da taxa de câmbio.
O órgão que supervisiona o mercado de valores mobiliários no Brasil é a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). As corretoras internacionais desta lista operam sob a regulação dos seus países de origem, o que é legal para o investidor, mas vale ter isso em conta ao avaliar a proteção dos seus recursos.
Não existe uma só. Depende de quanto você investe, com que frequência e em quais mercados. Uma corretora sem taxa por operação favorece quem aporta pouco todo mês; uma com acesso direto às bolsas internacionais favorece quem movimenta valores maiores.
Sim. Usar uma plataforma regulada em outro país não é ilegal para o investidor. O que muda é o alcance da proteção e as suas obrigações fiscais locais, que dependem da sua situação.
Varia conforme a plataforma. Algumas permitem comprar frações de ação a partir de valores muito baixos; outras exigem depósito mínimo. Confira o mínimo antes de abrir a conta.
Em geral sim, e o tratamento depende do instrumento e da sua residência fiscal. Esta página não é consultoria tributária: fale com um contador antes de assumir um tratamento específico.
Se você investe de outro país da região, estas páginas cobrem as opções disponíveis por lá.
Conteúdo com fins educativos, não é recomendação de investimento. Taxas e disponibilidade mudam: confirme sempre os dados no site da corretora antes de abrir conta.