O lucro por ação diluído atingiu US$ 27,63 apesar de encargos contábeis em estoques.
A AutoZone apurou vendas líquidas de US$ 4,27 bilhões no segundo trimestre do ano fiscal de 2026, o que representa um aumento de 8,1% na comparação anual. A estimativa de consenso previa uma receita líquida de US$ 4,31 bilhões. As vendas nas mesmas lojas de toda a empresa subiram 3,3% em moeda constante e 5,2% em termos nominais.
No mercado doméstico, as vendas nas mesmas lojas aumentaram 3,4%. As vendas comerciais nos Estados Unidos somaram US$ 1,2 bilhão, com alta de 9,8%. Já as vendas nas mesmas lojas do segmento de consumidores individuais cresceram 1,5%, ajudadas por um aumento de 5,2% no valor médio das compras, compensando a queda de 3,6% no número de transações. No exterior, as vendas comparáveis avançaram 2,5% em moeda constante e 17,1% nominalmente.
A margem de lucro bruto recuou 137 pontos-base, situando-se em 52,5%, influenciada por um encargo contábil de estoques LIFO de US$ 59 milhões. As despesas operacionais responderam por 36,1% das vendas líquidas. O lucro operacional diminuiu 1,2%, somando US$ 698,5 milhões.
O lucro líquido caiu 3,9% na base anual, totalizando US$ 468,9 milhões, frente aos US$ 487,9 milhões apurados no segundo trimestre do ano fiscal de 2025. O lucro diluído por ação recuou 2,3%, atingindo US$ 27,63 ante US$ 28,29 um ano antes, ficando acima do consenso do mercado de US$ 27,17. A AutoZone abriu 64 lojas líquidas, somando 7.774 unidades em 14 de fevereiro de 2026, registrou fluxo de caixa livre de US$ 15 milhões e aplicou US$ 310,8 milhões na recompra de ações.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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