As ações avançaram cerca de 1,3% apesar da retração de 10,5% nas entregas anuais.
A Boeing entregou 51 aeronaves em agosto, o que representou uma redução de 3,8% em relação a julho e um recuo de 10,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. No dia 8 de setembro, os investidores deixaram essa desaceleração de lado e impulsionaram as ações da empresa em cerca de 1,3%, para US$ 215,075.
O total do mês incluiu 41 jatos 737 MAX e apenas quatro 787 Dreamliners, abaixo dos nove Dreamliners entregues em agosto de 2025. A Boeing acumula 54 entregas do Dreamliner no ano e manteve sua meta anual de 90 a 100 aeronaves. Atingir o ponto médio dessa faixa exigirá mais 41 entregas nos quatro meses finais, o que representa uma média superior a dez aviões por mês.
O ritmo de entregas é decisivo para a geração de caixa. A Boeing gerou US$ 631 milhões em fluxo de caixa livre trimestral, enquanto sua carteira total de pedidos atingiu o recorde de US$ 715 bilhões.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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