Preços dos novos iPhones podem estimular o volume de vendas, mas pressionar as margens brutas da empresa.
O Bank of America reduziu em 10 de setembro o preço-alvo das ações da Apple de US$ 380 para US$ 370, mantendo a recomendação de compra. O banco revisou para baixo a projeção de lucro por ação para 2027, de US$ 10,32 para US$ 9,98, refletindo margens brutas menores diante dos preços dos novos iPhones e dos custos mais altos de memória e componentes. A nova meta mantém um múltiplo de 37 vezes o lucro projetado para 2027.
Segundo o banco, preços abaixo do esperado podem ampliar as vendas aos consumidores, mas restringem o repasse de custos industriais. Os papéis da Apple fecharam em US$ 315,34 no dia 9 de setembro e avançaram 0,49% no pré-mercado de Nova York em 10 de setembro, negociados a US$ 316,69.
O evento marcou a primeira apresentação de produtos de John Ternus como CEO da Apple, que descreveu o aparelho como um centro pessoal inteligente. O BofA destacou a integração de inteligência artificial no dispositivo e no sistema Private Cloud Compute. Em Wall Street, as visões se dividem: Melius Research e Evercore ISI têm preços-alvo de US$ 370 e US$ 365, citando o iPhone Duo dobrável a partir de US$ 1.999. O HSBC manteve compra com meta de US$ 366, enquanto a Jefferies manteve recomendação abaixo do mercado com preço-alvo de US$ 263,66 e a Lynx Equity rebaixou a recomendação para meta de US$ 250 devido a riscos na cadeia de suprimentos.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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