Caso de fraude da Grupo Herdez soma 22 meses de prisão preventiva
Processo ligado a bloqueio de 650 milhões de pesos mexicanos teve 6 audiências adiadas.
A fabricante de alimentos
Grupo Herdez está no centro de uma disputa sobre suposta fraude processual, conforme investigação divulgada pelo jornal La Jornada em 11 de outubro de 2026. O processo penal envolve Irene León Escamilla, que cumpre 22 meses de prisão preventiva sem que uma sentença tenha sido proferida.
A ação penal decorre de uma decisão trabalhista contestada que tentou penhorar 650 milhões de pesos mexicanos de uma conta bancária corporativa. Entre novembro de 2025 e abril de 2026, a audiência intermediária do caso criminal foi adiada 6 vezes.
Segundo as apurações, o processo trabalhista de origem pleiteava remuneração mensal de 90.000 pesos mexicanos referente a vínculos desde agosto de 2002. Depoimentos vinculados à investigação apontam que foi exigido um acordo em dinheiro de 20 milhões de pesos mexicanos da Grupo Herdez para a liberação das contas retidas.
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