A autoridade comprou US$ 12 milhões em 14 de setembro e as reservas brutas caíram a US$ 50.411 milhões.
O Banco Central da República Argentina (BCRA) comprou US$ 12 milhões em 14 de setembro, o equivalente a 2,4% do volume diário negociado. O total acumulado de compras atingiu US$ 135 milhões nas primeiras 10 sessões de setembro. Esse ritmo é 59,2% inferior aos US$ 330 milhões adquiridos nas primeiras 10 jornadas de agosto, mês que encerrou com US$ 770 milhões comprados, e fica distante dos mais de US$ 1.400 milhões somados no mesmo intervalo em julho.
As reservas internacionais brutas caíram US$ 58 milhões no dia e fecharam em US$ 50.411 milhões. Foi a sétima queda diária consecutiva, afastando o indicador da máxima de US$ 50.913 milhões registrada 20 dias antes.
O volume negociado no mercado à vista caiu 40% em relação a sexta-feira, somando US$ 494 milhões. O dólar no atacado abriu a 1.513 pesos argentinos e atingiu 1.514,50 pesos antes de recuar para 1.510 pesos. Na última meia hora de negociação, rompeu o piso de 1.508 pesos e encerrou a 1.507,50 pesos, marcando uma nova mínima para o mês, segundo Nicolás Merino, da ABC Mercado de Cambios.
Ignacio Morales, da Wise Capital, destacou que a média diária de compras caiu para US$ 14 milhões em setembro, contra US$ 38 milhões por dia em agosto e US$ 137 milhões diários em maio. O analista financeiro Gustavo Ber avaliou que a desaceleração do BCRA visa abrir espaço à demanda privada e preservar reservas para 2027 a fim de garantir estabilidade cambial.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
Newsletter
Mercados no seu e-mail, toda semana
Análise com foco em LATAM, ideias de investimento e o resumo da semana em finanças.
Continuar lendo