George Kurtz destacou o papel da segurança digital diante do avanço da inteligência artificial.
As ações da CrowdStrike subiram 4,6% e atingiram a cotação de 216,27 dólares no pré-mercado em 14 de setembro de 2026. A valorização aconteceu após declarações do diretor executivo George Kurtz sobre o desenvolvimento e os riscos da inteligência artificial. O papel acumula uma faixa de negociação de 85,68 a 233,88 dólares nas últimas 52 semanas.
Durante o fim de semana, George Kurtz publicou uma resposta a um ensaio de Dario Amodei, CEO da Anthropic, que defendia uma desaceleração no setor para modelos avançados de IA. O líder da CrowdStrike afirmou que os laboratórios de ponta continuarão desenvolvendo suas tecnologias, independentemente de posturas individuais. Ele ressaltou que a missão da segurança cibernética é proteger essa evolução e advertiu para o risco de ciberataques na velocidade das máquinas.
Depois dessa manifestação, o apresentador da CNBC Jim Cramer declarou que a CrowdStrike era uma ação necessária na carteira dos investidores para responder às ameaças criadas por IA. O debate sucedeu a conferência Fal.Con 2026, na qual a CrowdStrike lançou recursos de segurança voltados a sistemas de IA, como Falcon Guardian, SafeMind e Agentic Identity Provider. Logo após a conferência, analistas da RBC Capital, Raymond James e Wedbush reiteraram avaliações positivas e elevaram os preços-alvo para a companhia.
A alta da CrowdStrike ocorreu em meio a perdas mais amplas nas bolsas dos Estados Unidos. Em 14 de setembro de 2026, o índice Nasdaq recuou 1,9% e o S&P 500 caiu 0,8%, pressionados por vendas no setor de semicondutores diante de dúvidas sobre o ritmo da inteligência artificial.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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