As medidas de corte de gastos atingirão projetos, contratos e diárias em todas as subsidiárias.
A Ecopetrol adotará um plano de austeridade obrigatório para 2027 após a saída de Ricardo Roa e Juan Carlos Hurtado, somada a mudanças no seu Conselho de Administração. Fontes informaram ao Valora Analitik que a iniciativa atingirá a petroleira e suas subsidiárias, incluindo Reficar, Hocol e Cenit.
Segundo as informações divulgadas em 15 de setembro de 2026, as verbas para estudos e planejamento de novos projetos terão queda de 10% em relação ao planejado para 2026. A companhia dará prioridade ao reaproveitamento de insumos e dados já contratados. Os projetos também exigirão aprovação formal dos setores responsáveis para evitar duplicidades ou para definir prioridades entre iniciativas semelhantes.
Na contratação de serviços profissionais, as áreas que atingirem a meta de orçamento não terão aumento de verba em 2027. Já os departamentos com metas superadas terão corte de 5%. Essa regra vale para fornecedores externos e não atinge funcionários diretos. Em eventos, publicidade e assinaturas, o corte será de 5% para metas cumpridas e de 10% se houver superação de metas.
Os gastos com diárias e viagens terão redução de 10% para as equipes que cumprirem os indicadores e de 20% para aquelas com sobrecumprimento. A Ecopetrol utilizará o nível de execução orçamentária apurado em 30 de setembro de 2026 como base para esses cálculos.
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