O conglomerado colombiano também prepara obras em aeroportos, energia e imóveis.
O Grupo Argos enxerga na reaproximação das relações diplomáticas entre Colômbia e Venezuela uma importante via de expansão para 2027. Juan Esteban Mejía, gerente de Assuntos Corporativos e Talento do Grupo Argos, destacou que a companhia mantém total otimismo para atuar em projetos industriais e comerciais conjuntos.
Durante um seminário organizado pela ANIF, Mejía explicou que a diplomacia bilateral cria um ambiente propício para a participação comercial direta. O executivo ressaltou que esse intercâmbio deve funcionar como um motor de crescimento econômico para ambos os países.
O foco na Venezuela soma-se a outras metas do grupo para 2027. Em infraestrutura, sua controlada Odinsa pretende vencer quatro licitações, que incluem a ampliação do aeroporto de Bogotá, um novo aeroporto em Cartagena e duas concessões rodoviárias.
No setor elétrico, a Celsia busca avançar na geração eólica e solar em La Guajira, região onde já adquiriu equipamentos e aguarda licenças ambientais. O grupo também dá andamento ao projeto urbano Ciudad Mallorquín, em Barranquilla, com 16.000 moradias, além de novos aportes turísticos em Barú.
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