O índice fechou aos 188.269 pontos, destoando das perdas nos mercados externos.
Em 10 de setembro, o Ibovespa encerrou em alta de 1,42%, aos 188.269 pontos, atingindo o maior fechamento nominal desde 28 de abril, quando fechou aos 188.619 pontos. O índice variou entre a mínima de 184.601 pontos e a máxima de 188.539 pontos. O volume financeiro movimentado somou R$ 22,9 bilhões no Ibovespa e R$ 30,7 bilhões na B3.
O movimento divergiu do exterior, mesmo com o salto de mais de 6% no petróleo Brent, negociado perto de US$ 108 por barril. Em Nova York, o Nasdaq recuou 0,65%, o Dow Jones caiu 0,60% e o S&P 500 cedeu 0,58%, refletindo maior aversão global a risco.
O avanço local foi puxado por grandes bancos e pela Petrobras. As ações preferenciais do Bradesco subiram 3,88%, enquanto as units do Santander caíram 0,13%. Os papéis preferenciais da Petrobras avançaram 1,45% e os ordinários ganharam 1,77%. Na direção oposta, as ações ordinárias da Vale recuaram 1,10%.
O mercado repercutiu pesquisas eleitorais com melhora do senador Flávio Bolsonaro diante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Henrique Lara, sócio e gestor de renda variável da Reach Capital, o cenário reflete a insatisfação com a economia, o que estimulou alocadores a antecipar compras de opções de EWZ para vencimento em outubro, antes concentradas em novembro e dezembro.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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