As ações atingiram máximas históricas impulsionadas por resultados e refino aquecido.
A Valero Energy atingiu a máxima histórica de 375,11 dólares em 3 de setembro de 2026. Apesar de recuar 1,2% desde esse pico, o papel avança 43,2% nos últimos três meses. O resultado supera com folga o Dow Jones Industrial Average, que subiu 3,6% no mesmo período.
Em 2026, as ações da Valero valorizaram 127,7% no acumulado do ano e 138,6% nas últimas 52 semanas. No mesmo intervalo, o Dow avançou 11,1% e 17,1%, respectivamente. Ainda assim, a concorrente PBF Energy superou esses ganhos, com valorização de 174,1% no ano e 163,2% em 52 semanas.
A valorização foi sustentada pela oferta restrita de combustíveis, preços recordes de diesel e lucros sólidos. Em 30 de julho, os papéis subiram 3,5% após a empresa reportar lucro ajustado por ação de 12,54 dólares no segundo trimestre e receita de 44,5 bilhões de dólares, superando as estimativas. A Valero opera 14 refinarias nos Estados Unidos, Canadá e Peru, com capacidade de processamento diário de cerca de 3 milhões de barris e Índice de Complexidade Nelson de 11,5.
Com valor de mercado de aproximadamente 106,7 bilhões de dólares, a empresa negocia acima da média móvel de 50 dias desde agosto e da média de 200 dias desde junho. Entre os 21 analistas que cobrem o ativo, o consenso é de Compra Moderada. Embora a cotação supere o preço-alvo médio de 331,25 dólares, a projeção mais alta em Wall Street é de 435 dólares, sugerindo potencial de alta de 17,3%.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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