O CFO Mike Santomassimo espera avanço acima de um dígito médio após fim de travas regulatórias.
O Wells Fargo espera que o crescimento da sua carteira de crédito em 2026 supere a estimativa anterior de um dígito médio percentual. Durante apresentação em 15 de setembro na conferência do Barclays, o CFO Mike Santomassimo afirmou que o consumo nos Estados Unidos segue sólido e sem deterioração relevante na inadimplência.
A carteira média de crédito subiu cerca de 12% na comparação anual do segundo trimestre, puxada por cartões de crédito, financiamento de veículos e empréstimos comerciais. A instituição expande seu balanço após o Federal Reserve retirar a restrição de crescimento de ativos em junho de 2025 e encerrar as exigências restantes do processo sancionador de 2018 em março de 2026.
Para o terceiro trimestre, a gestão prevê alta de um dígito médio percentual tanto nas receitas de banco de investimento quanto nas operações de mercado, com margem financeira líquida acima das expectativas prévias. O banco manteve a projeção de margem financeira líquida para 2026 em US$ 50 bilhões e a de despesas em US$ 55,7 bilhões, após cortar aproximadamente US$ 15 bilhões em despesas brutas nos últimos anos.
A meta de médio prazo para o retorno sobre o patrimônio líquido tangível permanece entre 17% e 18%, elevada após o banco superar o patamar anterior de 15%. No último ano, as ações do Wells Fargo subiram 8,8%, enquanto o setor avançou 16,5%.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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