Total acumulado no ano atinge o maior patamar em oito anos.
A Boeing entregou 418 aeronaves nos primeiros oito meses de 2026, atingindo seu maior volume para esse período desde 2018, quando havia entregue 481 jatos. Em agosto, a fabricante entregou 51 aeronaves, um recuo leve em relação a julho e abaixo dos 57 jatos entregues em agosto de 2025.
O 737 MAX liderou a atividade de agosto com 41 entregas. Os principais clientes incluíram a Southwest Airlines com nove jatos, a United Airlines com oito e a empresa de arrendamento AerCap com cinco. A Boeing também registrou 15 novos pedidos no mês, sendo dois 737 MAX e 13 unidades do 787 para clientes não identificados, sem cancelamentos. Com isso, a empresa acumulou 453 pedidos líquidos em 2026 até agosto.
As entregas do 787 Dreamliner caíram para quatro unidades em agosto, contra nove em agosto de 2025. A Boeing afirmou que a queda não foi causada por problemas de produção, cadeia de suprimentos ou certificação. A fabricante acumula 54 unidades do 787 entregues no ano e manteve sua meta anual de 90 a 100 aeronaves, o que exigirá a entrega de 36 a 46 jatos adicionais até o final do ano.
No comparativo mensal, a concorrente Airbus entregou 57 aeronaves e fechou 67 pedidos em agosto, contra 51 entregas e 15 pedidos da Boeing.
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