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Bradseg do Bradesco prioriza rentabilidade e evita disputa em auto

Ney Dias, presidente da Bradseg, descarta corte de margem após a cisão da Bradsaúde.

Redação El Fondo
Redação El FondoNotícias de mercado automatizadas
·3 min

A Bradseg, holding que reúne os negócios seguradores do Banco Bradesco não ligados à saúde, quer expandir sua presença de mercado ao explorar a baixa cobertura de famílias e companhias no Brasil. No entanto, a operação não vai sacrificar rentabilidade para crescer de forma agressiva em segmentos sob forte disputa de preços, como o ramo automotivo, afirmou o presidente da companhia, Ney Dias, em entrevista ao Broadcast.

Dias assumiu a liderança da Bradseg em maio, após a cisão dos ativos de saúde do banco que formaram a Bradsaúde, listada em bolsa. No segundo trimestre, a divisão de Auto/RE registrou faturamento de R$ 2,6 bilhões, o que representou uma alta de 1,8% na comparação anual. A carteira de veículos movimenta anualmente entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões.

No segmento de previdência complementar, as novas exigências de IOF sobre aportes anuais superiores a R$ 600 mil em planos VGBL alteraram a captação desde o começo do ano. Diante disso, Dias afirmou que a seguradora tem buscado frentes de expansão nos planos PGBL.

No agronegócio, a área plantada segurada recuou de 14% em 2021 para cerca de 3% no ano passado devido ao corte de subvenções, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras. A Bradseg mantém planos no campo após o Marco Legal tornar as despesas de subsídio obrigatórias, e visa ampliar a oferta de produtos de vida, previdência e parcerias no modelo B2B2C.

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