Empresa acionou o Ministério Público após quatro casos na Grande BH.
A Copasa informou ao Ministério Público de Minas Gerais que estuda a hipótese de sabotagem após quatro rompimentos de adutoras. As ocorrências foram registradas entre agosto e setembro na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A presidente da companhia, Marília Carvalho de Melo, apresentou a hipótese na segunda-feira, 14 de setembro, durante reunião com representantes do órgão. O Ministério Público informou que a suspeita parte de levantamentos iniciais feitos pela própria empresa.
No mesmo período, a empresa também identificou avarias no sistema antiodor da Lagoa da Pampulha. A Copasa buscou o Ministério Público para alinhar uma atuação conjunta com órgãos de segurança pública e apurar se os episódios decorrem de falhas operacionais ou de interferências externas.
A Copasa não explicou o que motivou a suspeita de sabotagem. O Ministério Público informou que poderá abrir uma investigação criminal caso encontre irregularidades nos dados apresentados.
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