Receita recorrente anual do Falcon Flex ultrapassou US$ 2,29 bilhões no segundo trimestre fiscal.
A CrowdStrike reportou expansão contínua da sua plataforma Falcon em 14 de setembro de 2026, mesmo diante de um crescimento de receita mais brando. As assinaturas representaram 95% da receita total no ano fiscal de 2026, contra 72% no ano fiscal de 2017, apoiadas por 33 módulos em nuvem.
O modelo Falcon Flex assumiu o papel de principal motor comercial da companhia. No segundo trimestre do ano fiscal de 2027, a receita recorrente anual dessas contas superou US$ 2,29 bilhões, um salto de 101% na comparação interanual. A empresa adicionou mais de 935 clientes Flex no período, encerrando o trimestre com mais de 2.900 clientes ativos no plano.
Apesar dessa expansão, a CrowdStrike registra uma desaceleração no faturamento. Após expandir mais de 35% ao ano até o exercício fiscal de 2024, a taxa recuou para 29% em 2025 e 22% em 2026. Para o ano fiscal de 2027, a gestão projeta faturamento total entre US$ 5,991 bilhões e US$ 6,011 bilhões, avanço próximo a 25%. O consenso Zacks estima crescimento de 24,6% nas receitas e 35,5% no lucro por ação para o ano fiscal de 2027, com expansão de 22,4% e 27,8% no ano fiscal de 2028.
As ações da CrowdStrike sobem 76,4% no acumulado do ano, negociadas a 31,01 vezes a receita futura. A Zacks Investment Research mantém a ação com classificação Zacks Rank #4 (Venda), enquanto a concorrente Cloudflare possui Zacks Rank #3 (Manutenção) e múltiplo de 31,48 vezes, acumulando valorização de 55,5% no período.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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