A moeda americana caiu no Chile após o IPC dos EUA, mas caminha para a quinta alta semanal.
O dólar operou com volatilidade no Chile em 11 de setembro, caindo 4,68 pesos em relação ao fechamento anterior na Bolsa Electrónica de Chile para atingir 937,02 pesos por unidade, perto das mínimas do dia. Nas primeiras negociações, a moeda chegou a tocar a máxima de 944 pesos. O recuo interrompeu dois dias seguidos de valorização, nos quais havia acumulado alta de 17,55 pesos. Na semana, o dólar acumulou ganho de quase 5 pesos, caminhando para a quinta alta semanal consecutiva, com avanço de cerca de 27 pesos.
A sessão refletiu a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor de agosto nos Estados Unidos. O IPC mensal subiu 0,4%, em linha com as expectativas, enquanto o núcleo subiu 0,3%, acima da previsão de 0,2%. Emanoelle Santos, analista de mercado do app de investimentos XTB, destacou que o número reduz a margem de espera do Federal Reserve e elevou a probabilidade de uma alta de juros na próxima semana para cerca de 90%, contra aproximadamente 70% antes dos dados.
No cenário global, o índice do dólar avançou 0,17% para 99,22 pontos frente a uma cesta de seis moedas. Entre as commodities, o cobre à vista na Bolsa de Metais de Londres caiu 1,05%, para 6,45 dólares por libra-peso, enquanto o contrato de três meses na Comex buscou direção. Ignacio Mieres, head of research do XTB, afirmou que o cobre recuou diante de notícias de que a Casa Branca ainda avalia adiar tarifas sobre o metal por preocupações com a segurança do suprimento.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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