A agência revogou medida que impedia a venda e a entrega de medicamentos pela varejista
As ações do Magazine Luiza subiram 3,39%, cotadas a R$ 6,10, na quarta-feira, 23 de setembro de 2026, figurando entre as maiores altas do Ibovespa após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogar a medida que proibia a comercialização, distribuição e propaganda de medicamentos pela varejista.
De acordo com publicação no Diário Oficial da União, a decisão considerou a entrada em vigor da Lei nº 15.357, de 20 de março de 2026, que alterou a Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973. O texto passou a admitir expressamente a contratação de plataformas de e-commerce por farmácias e drogarias licenciadas para logística e entrega ao consumidor, com aplicação ainda dependente de regulamentação específica da Anvisa.
A determinação estabelece que a venda seja efetuada por farmácias licenciadas, com o Magazine Luiza prestando serviços de plataforma digital, logística e entrega. O segmento já conta com nomes como iFood e Rappi no delivery, autorização prévia concedida à Shopee pela Anvisa e um piloto do Mercado Livre em São Paulo.
Caroline Sanchez, analista da Levante Inside Corp., destacou que o papel chegou a subir cerca de 6% no pregão. A analista avaliou que a categoria possui alta recorrência de compra e pode gerar mais tráfego, frequência e receitas de comissão e logística, servindo como uma avenida de crescimento positiva sem alterar materialmente as projeções de curto prazo.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
Newsletter
Mercados no seu e-mail, toda semana
Análises com foco na América Latina, temas de investimento e o resumo financeiro da semana.
Continuar lendo