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A Meta Platforms chegou a um acordo de cerca de US$ 17 bilhões a US$ 18 bilhões com estados dos EUA, reduzindo uma das principais incertezas jurídicas sobre a empresa.

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A Meta Platforms (META) chegou a um acordo de aproximadamente US$ 17 bilhões a US$ 18 bilhões com uma coalizão de estados dos EUA em torno de supostos danos causados a crianças pelo Facebook e pelo Instagram. Com esse pano de fundo jurídico mais claro, os investidores voltaram a reavaliar a ação.
No último ano, o preço da ação recuou: o retorno no ano até o momento está em -12% e o retorno em 90 dias, em -8,1%. Ainda assim, o retorno total ao acionista em 3 anos é de 92,4%, mostrando a força do repunte anterior antes dessa perda de fôlego. Manchetes recentes sobre gastos mais pesados de capital em IA, pressão regulatória e agora o acordo de US$ 17 bilhões a US$ 18 bilhões ajudam a explicar por que a ação atingiu o pico em 2025 e ainda negocia abaixo dessa máxima.
O investimento não é discreto. O gasto de capital da Meta chegou a US$ 72,2 bilhões em 2025, e a projeção para 2026 foi elevada para uma faixa de US$ 125 bilhões a US$ 145 bilhões — praticamente o dobro em um único ano. Quando a empresa elevou essa faixa em abril, a ação caiu com a notícia.
Como referência, a Meta registrou US$ 200,97 bilhões de receita em 2025, alta de 22%, com a publicidade ainda representando cerca de 97% do total. A narrativa segue sob pressão real diante de retornos ainda não comprovados sobre um capex muito elevado, além do escrutínio regulatório contínuo em torno de dados, privacidade e segurança de adolescentes.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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