Ouro sobe 0,19% para US$ 4.155,60 com inflação mais fraca nos EUA
O índice PCE anual avançou 3,4% em agosto, reforçando apostas de pausa nos juros.
Os contratos futuros do ouro encerraram a quarta-feira, 30 de setembro, em leve alta e estenderam o movimento visto na véspera, após o índice de preços de gastos com consumo registrar números abaixo do esperado. O indicador é a medida de inflação preferida do Federal Reserve. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange, os contratos futuros de ouro com entrega para outubro avançaram 0,19%, cotados a US$ 4.155,60 por onça-troy.
O PCE subiu 3,4% em agosto na comparação anual, abaixo do consenso de 3,7%. O núcleo do indicador, que exclui alimentos e energia, avançou 3% na mesma base, inferior à estimativa de 3,3%.
A leitura reforçou as declarações de terça-feira, 29 de setembro, do presidente do Fed de Nova York, John Williams, segundo quem não há urgência para novas alterações na política monetária, embora ele tenha admitido que mais um aperto até o fim do ano possa ser apropriado. Dados compilados pelo CME Group apontam que 60,7% das apostas indicam manutenção dos juros na próxima reunião do banco central americano, ante 29,1% há uma semana. A atenção agora se volta ao relatório oficial de empregos dos Estados Unidos na sexta-feira, 2 de outubro.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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