As taxas de longo prazo ampliaram os ganhos com aquisições de US$ 5,19 bilhões pelo Tesouro americano.
Os rendimentos dos Treasuries ampliaram o movimento de alta no dia 10 de setembro de 2026. A pressão ocorreu após o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos recomprar menos títulos do que o teto estabelecido para vencimentos entre 10 e 20 anos.
O Tesouro adquiriu US$ 5,19 bilhões em papéis, ficando abaixo do limite de US$ 6 bilhões anunciado na véspera. Bancos como Citi e Wells Fargo apontaram que o teto de US$ 6 bilhões já estava aquém do esperado pelos operadores.
Perto das 16h35 no horário de Brasília, o rendimento da T-note de dez anos saltava para 4,960%, contra 4,844% do ajuste anterior. A taxa da T-bond de trinta anos avançava para 5,371%, ante 5,293%. O movimento somou-se à pressão de alta vinda da disparada do petróleo.
Essa foi a primeira operação de recompra desde que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, anunciou a ampliação no mês anterior. Ambas as taxas operam bem acima dos patamares observados antes do início da atuação do departamento há pouco mais de um mês.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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