Taxas de longo prazo sofreram pressão após quebra de sigilo do caso Master no STF.
Os juros futuros apagaram o recuo observado na maior parte do pregão desta sexta-feira e fecharam perto da estabilidade, com pressão mais acentuada sobre as taxas de longo prazo. O movimento se intensificou após Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, determinar a quebra total de sigilo das investigações do caso Master.
O desdobramento no tribunal apagou o bom desempenho sustentado pela renda fixa doméstica no início do dia, motivado por um IPCA de agosto mais fraco do que o mercado esperava.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro para janeiro de 2027 ficou estável ante o ajuste da sessão anterior em 13,585%. O contrato para janeiro de 2028 oscilou de 13,63% para 13,625%. No trecho mais longo, o DI para janeiro de 2029 subiu de 13,83% para 13,845%, e o vencimento de janeiro de 2031 avançou de 14,03% para 14,05%.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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