Shell prevê saída de US$ 2,5 bi em taxas de emissões
A petroleira projeta cerca de US$ 300 milhões em baixas de poços antes de divulgar os resultados em 29 de outubro.
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Shell publicou em 7 de outubro sua nota de atualização operacional sobre o terceiro trimestre de 2026, antes da divulgação final de resultados marcada para 29 de outubro de 2026. A companhia espera que o fluxo de caixa das operações excluindo capital de giro inclua uma saída de aproximadamente US$ 2,5 bilhões, decorrente do cronograma de pagamentos de certificados de emissões vinculados à legislação alemã.
A empresa prevê cerca de US$ 300 milhões em baixas contábeis de poços de exploração no período. O lucro ajustado da divisão de Marketing deve recuar na comparação com o segundo trimestre de 2026, enquanto os baixos níveis de água no rio Reno prejudicaram a taxa de utilização da refinaria de Rheinland. A área de negociação e otimização deve apresentar desempenho em linha com o trimestre anterior.
O fluxo de caixa operacional sem capital de giro também traz uma entrada de US$ 800 milhões em dividendos de joint ventures, que foi neutralizada por uma saída equivalente de US$ 800 milhões no capital de giro, deixando o efeito líquido em zero. Perdas por desvalorização após impostos em ativos de biogás no segmento de Marketing devem ser compensadas por uma reversão contábil na unidade Integrated Gas.
A compra da ARC Resources foi concluída em 2 de setembro de 2026 e já está integrada às projeções. A dívida líquida da Shell será impactada pelo desembolso em caixa e pela dívida assumida nessa aquisição, além do aumento em componentes variáveis de contratos de afretamento marítimo de longo prazo. O consenso compilado pela Vara Research tem divulgação prevista para 21 de outubro de 2026.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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