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Vivara abrirá loja no JK Iguatemi em plano de expansão para 2026

A joalheria projeta abrir até 65 unidades neste ano impulsionada pela rede Life

Redação El Fondo
Redação El FondoNotícias de mercado automatizadas
·4 min

A Vivara confirmou a abertura de uma nova loja no shopping JK Iguatemi, em São Paulo, para 17 de outubro de 2026. A inauguração integra o plano da rede de joalherias de abrir entre 55 e 65 lojas em 2026. Enquanto as obras no primeiro andar avançam, logo acima do térreo com grifes internacionais de luxo, os clientes são atendidos em uma unidade temporária no mesmo piso.

A bandeira Life, focada em joias de prata, lidera a expansão da rede. A empresa teve saldo líquido de 17 lojas a mais no segundo trimestre, com 13 unidades da Life e quatro da Vivara, após abrir cinco lojas Life no primeiro trimestre. O saldo de 22 lojas no primeiro semestre levou a joalheria a 520 pontos de venda em 316 shoppings, operando as duas marcas juntas em 191 deles. Segundo levantamento da Abrasce divulgado em 28 de setembro, a Vivara ficou em segundo lugar em anúncios de aberturas em shoppings no segundo trimestre, atrás apenas da Milky Moo.

Em relatório publicado em 29 de setembro, o JPMorgan manteve recomendação overweight (equivalente a compra) para as ações da Vivara, com preço-alvo de R$ 30 para dezembro de 2027. O valor fica cerca de 27% acima do fechamento de R$ 23,67 de 1 de outubro. O banco projeta 565 pontos de venda no fim de 2026, 615 em 2027 e 665 em 2028. Contudo, cortou a projeção de lucro líquido em 9% para 2026, para R$ 596 milhões, e em 8% para 2027, para R$ 720 milhões, diante da alta do ouro e da prata e de incertezas tributárias. A projeção é de alta de 12% na receita bruta em 2026 e de 13% em 2027.

O estoque longo funcionou como defesa e levou a margem bruta semestral ao recorde de 70,9%, enquanto o ouro em reais avançou cerca de 16% e a prata 55% em um ano. Elias Leal Lima, diretor financeiro da companhia, informou que a empresa não compra ouro de fornecedores desde maio de 2025. A dívida líquida caiu 57% em 12 meses, para R$ 140,9 milhões. Os papéis são negociados a 7,3 vezes o lucro projetado, contra uma média histórica de 16,7 vezes em dez anos.

Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.

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