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Conselho da montadora aprovou plano que somaria 100 mil postos eliminados e reduziria pela metade a linha de modelos.

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O conselho de administração da Volkswagen (VWAGY) aprovou nesta quinta-feira um amplo plano de corte de custos que prevê a eliminação de 50 mil empregos, a redução pela metade da linha de modelos da empresa e o encerramento da produção de automóveis em quatro fábricas alemãs.
Somados aos 50 mil cortes de vagas já acordados anteriormente, a companhia perderia 100 mil postos de trabalho. A Volkswagen tem cerca de 650 mil funcionários.
O plano apresentado pelo CEO Oliver Blume busca enfrentar a concorrência de baixo custo na China e os obstáculos gerados pelas tarifas dos Estados Unidos. A proposta superou a resistência dos representantes dos funcionários e do governo regional, que detém participação na empresa. As fábricas de Emden, Zwickau, Hannover e Neckarsulm serão gradualmente retiradas da produção de automóveis entre 2031 e 2034, embora usos alternativos venham a ser avaliados.
É uma necessidade para a nossa empresa avançar com sucesso para a próxima década, sem que os esforços associados recaiam apenas sobre os empregados.
Cavallo, que havia criticado duramente o plano quando ele foi apresentado no verão, acompanhou o comunicado desta quinta-feira. A Volkswagen registrou queda de 30% no lucro após impostos no primeiro semestre do ano, à medida que as vendas foram afetadas na China.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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