Processo contra a rede e a Anbima requer R$ 50 mil por investidor afetado.
A Oncoclínicas informou em 29 de setembro de 2026 que foi chamada a contestar uma ação civil pública. O processo requer a condenação solidária da companhia e da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), além da indenização de determinados acionistas.
A ação pede a reparação a atuais acionistas e a ex-acionistas que compraram papéis na oferta pública inicial ou no mercado secundário. O valor pedido equivale ao preço assegurado na oferta pública de aquisição de ações (OPA) prevista no artigo 39 do estatuto social da companhia. Esse dispositivo prevê que qualquer adquirente de fatia igual ou superior a 15% do total de ações deve realizar uma OPA em até 60 dias após a aquisição.
O processo também requer o pagamento de R$ 50 mil por acionista ou ex-acionista, ou montante arbitrado pelo juízo, para o Fundo Estadual de Reparação dos Interesses Difusos Lesados. A Oncoclínicas afirmou que não houve decisão de mérito sobre os pedidos e que adotará as medidas cabíveis para sua defesa. O caso tramita na 3ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem do Foro Central Cível de São Paulo.
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