Amazon fecha acordo de US$ 309,5 milhões sobre reembolsos
Clientes prejudicados entre 2017 e 2026 podem registrar pedidos até 1 de dezembro de 2026.
Os clientes da
Amazon que não receberam reembolsos ou foram cobrados incorretamente por mercadorias devolvidas podem ter direito a pagamentos em um acordo de ação coletiva de US$ 309,5 milhões. O montante faz parte de um acordo mais amplo que superou US$ 1 bilhão, valor que inclui cerca de US$ 600 milhões em reembolsos que a varejista já realizou.
O caso decorre de um processo aberto em 2023, alegando que a Amazon falhou no processamento adequado de reembolsos por quase nove anos. A ação afirmou que, apesar de prometer devoluções sem complicações, a empresa deixava de reembolsar ou cobrava novamente os consumidores por defeitos operacionais internos, acreditando que os clientes não perceberiam os erros.
A Amazon negou qualquer irregularidade. Como parte do acordo, a empresa concordou em alterar suas operações de devolução e reembolso por até dois anos, comprometendo-se a monitorar os prazos de processamento e a notificar os compradores sobre a aprovação ou recusa dos reembolsos.
Têm direito ao pagamento os consumidores que iniciaram a devolução de produtos físicos entre 5 de setembro de 2017 e 12 de fevereiro de 2026 e tiveram reembolsos não efetuados, atrasados, incorretos ou revertidos. Embora alguns pagamentos tenham sido emitidos de forma automática, outros clientes têm até 1 de dezembro de 2026 para registrar a solicitação. A audiência final de aprovação está marcada para 16 de março de 2027.
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