Bancos elevam preço-alvo da CPFL até R$ 53
Itaú BBA recomenda compra das ações, enquanto Bradesco BBI mantém postura neutra.
O Itaú BBA elevou o preço-alvo das ações da CPFL Energia de R$ 45,90 para R$ 52,50, mantendo recomendação de compra. Paralelamente, o Bradesco BBI também revisou seu preço-alvo de R$ 45 para R$ 53, mas manteve recomendação neutra para os papéis.
O Itaú BBA considera a CPFL uma das principais alternativas defensivas do setor elétrico, sustentada por geração de caixa consistente, estrutura de capital saudável e proventos atraentes. A instituição destacou o plano de investimentos de aproximadamente R$ 31 bilhões para os próximos cinco anos, focado na expansão da Base de Remuneração Regulatória das distribuidoras.
Já o Bradesco BBI avaliou que, embora a empresa tenha boas perspectivas, a avaliação de mercado já precifica parte desse potencial e negocia com prêmio em relação aos concorrentes. Ainda assim, o banco projeta aceleração do Ebitda entre 2027 e 2028 pelas revisões tarifárias de Paulista, Piratininga e RGE, além dos efeitos da nova metodologia do Fator X da Aneel.
Ambos os bancos destacam a companhia na geração de renda. O Bradesco BBI calcula um retorno por dividendos de 8,5% a 11% ao ano entre 2026 e 2030, enquanto o Itaú BBA aponta que o fluxo de caixa regulado e o endividamento controlado garantem proventos expressivos durante o ciclo de investimentos.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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