Ex-sócio da Fictor suspende quebra de sigilo bancário
Luiz Phillippe Gomes Rubini trava decisão que cobria 3 anos de extratos.
O ex-sócio do Grupo Fictor Luiz Phillippe Gomes Rubini obteve, em segunda instância, a suspensão da decisão judicial que havia determinado a quebra de seu sigilo bancário, conforme publicou o Valor Econômico em 2 de outubro de 2026.
A medida havia sido autorizada em 16 de setembro de 2026 pela Justiça de São Paulo. A ordem atingia tanto Rubini quanto Rafael Ribeiro Leite de Góis, fundador, sócio e CEO da Fictor, abrangendo 3 anos de extratos bancários.
A decisão de quebra de sigilo ocorreu no âmbito do processo de recuperação judicial do Grupo Fictor, que declarou dívidas totais de R$ 4,3 bilhões.
Em outro caso, o CEO Rafael Ribeiro Leite de Góis foi alvo em março de 2026 da Operação Fallax, conduzida pela Justiça Federal. A apuração investiga possíveis prejuízos financeiros de R$ 500 milhões e autorizou bloqueio de bens de até R$ 47 milhões.
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