As taxas locais avançaram após o petróleo superar US$ 100 e com a alta dos Treasuries.
Os juros futuros encerraram o pregão desta quarta-feira em forte alta. O movimento de alta ocorreu após vários dias seguidos de queda intensa das taxas, influenciado por realização de lucros e aversão a risco no exterior.
O recrudescimento da guerra entre Estados Unidos e Irã levou o petróleo a ultrapassar a marca de US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho, o que elevou as taxas futuras ao redor do mundo. A pressão aumentou após o Departamento do Tesouro americano anunciar uma operação de recompra de US$ 6 bilhões em Treasuries de 10 a 20 anos, prevista para quinta-feira.
No mercado local, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 oscilou de 13,57% no ajuste da véspera para 13,575%. A taxa do DI de janeiro de 2028 subiu de 13,52% para 13,63%, enquanto a de janeiro de 2029 avançou de 13,705% para 13,86%. O contrato de janeiro de 2031 subiu de 13,90% para 14,09%.
Na reta final da sessão em Nova York, os rendimentos dos Treasuries mantiveram alta significativa, afastados das máximas intradiárias. A taxa da T-note de dois anos subiu de 4,404% para 4,436%, a da T-note de dez anos avançou de 4,794% para 4,846% e a do T-bond de 30 anos subiu de 5,248% para 5,296%.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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