O banco rebaixou a recomendação para underweight e reduziu o preço-alvo para US$ 11.
A MARA Holdings viu suas ações recuarem 5,7% no pré-mercado para US$ 11,30 em 14 de setembro de 2026. A desvalorização aconteceu depois que o JPMorgan rebaixou a mineradora de Bitcoin de neutro para underweight e cortou seu preço-alvo de US$ 13 para US$ 11, ampliando o horizonte de projeção para dezembro de 2027.
O banco apontou a estratégia leve em capital da MARA em sua joint venture com a Starwood Digital Ventures como fator central. Pelo acordo, a MARA entra com terrenos com infraestrutura de energia, enquanto a Starwood Digital Ventures assume projeto, desenvolvimento, captação de clientes e operações. O JPMorgan destacou que a MARA fica com metade do valor gerado pela parceria, o que pesou na análise da relação risco-retorno.
O rebaixamento seguiu os resultados do segundo trimestre de 2026, quando a receita da MARA caiu para aproximadamente US$ 174,9 milhões, abaixo das estimativas de cerca de US$ 209 milhões de Wall Street. A companhia teve prejuízo de US$ 1,60 por ação, revertendo o lucro de US$ 1,84 por ação apurado um ano antes, pressionada por perdas no valor justo de ativos digitais. O papel oscila entre a mínima de 52 semanas de US$ 6,66 e a máxima de US$ 23,45.
A baixa coincidiu com um pregão fraco nos Estados Unidos, onde o Nasdaq Composite cedeu 1,7% e o S&P 500 perdeu 0,8%. Mineradoras listadas como Riot Platforms, CleanSpark e Hut 8 continuam expostas a fatores como preços de criptoativos, dinâmica da mineração e custos de capital.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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