Executivos citaram custos elevados e entraves no uso de modelos de terceiros.
As ações da Oracle caíram 3,4% na sessão da tarde de sexta-feira, 18 de setembro de 2026. O movimento seguiu uma reportagem do Business Insider informando que o co-CEO Clay Magouyrk afirmou em uma reunião interna que a companhia enfrentou dificuldades para tornar a inteligência artificial generativa útil para seus próprios funcionários, apesar de investir bilhões de dólares em infraestrutura para clientes.
A diretora de tecnologia da informação Jae Evans também relatou choque com os custos elevados de modelos da OpenAI, como o GPT-6 Astra. A publicação apontou que a Oracle encontrou gargalos no desenvolvimento de software e altas taxas de falsos positivos ao usar a ferramenta Mythos, da Anthropic.
O papel amenizou as perdas e passou a ser negociado a US$ 145,59, queda de 3,3% frente ao fechamento anterior. No dia anterior, a ação havia subido 4,7%, acompanhando o recuo no rendimento dos títulos do Tesouro de 10 anos para 4,949%, após o Federal Reserve elevar a taxa básica de juros em 25 pontos-base, para a faixa de 3,75% a 4,00%.
A Oracle acumula desvalorização de 25,6% desde o início do ano e opera 55,6% abaixo da sua máxima de 52 semanas, de US$ 328,15, atingida em setembro de 2025. Nos últimos doze meses, as ações registraram 38 oscilações superiores a 5%.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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