O rendimento do papel para 2036 subiu de 11,9% e o risco-país avançou a 209 pontos-base.
Os rendimentos dos títulos da dívida pública colombiana subiram após a apresentação da proposta de Orçamento Geral da Nação para 2027, no total de 634,9 trilhões de pesos colombianos. O projeto projetou um déficit fiscal preliminar de 9,4% do PIB, com uma proposta de corte de 45 trilhões de pesos para levar o gasto efetivo a 590 trilhões de pesos, situando o déficit central em 7,2% do PIB e o déficit primário em 2,3% do PIB.
A taxa do TES denominado em pesos com vencimento em 2036 subiu de 11,9% para 12,5%, alcançando posteriormente marcas de 12,51% e 12,70%. Nos títulos com prazo de um ano, o rendimento avançou de 12,40% para 12,45% nos leilões do Ministério da Fazenda, período no qual a relação de demanda bid-to-cover recuou de 3,7 para 3,3. Os papéis atrelados à inflação em UVR alcançaram 6,27% no prazo de cinco anos e 6,30% em dez anos durante setembro.
O prêmio de risco aferido pelo índice EMBI do J.P. Morgan passou de 1,79 ponto em 17 de junho de 2026 para 2,09 pontos em 16 de setembro de 2026. No nível de 2,06 pontos em 15 de setembro, a métrica da Colômbia superou a do México em 1,97 ponto, a do Brasil em 1,64 ponto e a do Chile em 0,89 ponto. Nos papéis externos denominados em dólares com vencimento em 2036, a taxa subiu de 6,4% em junho para 7,26%.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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