Agência projeta desalavancagem gradual a partir de 2027 com melhora nas vendas e caixa.
A S&P National Ratings reafirmou os ratings de crédito de emissor e de emissão 'brAA-' do Magazine Luiza na Escala Nacional Brasil em 25 de setembro de 2026. O rating de recuperação 'br3' da 10ª e 13ª emissões de debêntures senior unsecured da companhia permaneceu inalterado, indicando expectativa de recuperação de 60% em um cenário hipotético de default.
A perspectiva estável reflete a expectativa de recuperação gradual das vendas e da geração de caixa após resultados abaixo do esperado no primeiro semestre de 2026, sobretudo no comércio eletrônico. A agência destaca que a retomada deve ser sustentada pela parceria com o Mercado Livre para vendas online e pela menor concorrência após o fechamento de lojas da Casas Bahia, em um ambiente ainda desafiador para o varejo discricionário brasileiro.
A S&P revisou para baixo as projeções de 2026, prevendo receita líquida de cerca de R$ 39 bilhões e maior necessidade de capital de giro, adiando a desalavancagem esperada. A agência projeta dívida líquida sobre EBITDA em torno de 4,0 vezes ao fim de 2026, contra 3,6 vezes anteriormente, caindo para a faixa entre 3,0 e 3,5 vezes em 2027 com a melhora operacional.
A publicação destacou que as ações do Magazine Luiza acumulam alta de 32% em setembro de 2026.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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