Unidade da Newmont quer lavrar 19,66 Mt de minério no Peru
A mineradora pretende estender a operação em duas áreas até 2027.
A Minera Yanacocha, subsidiária da
Newmont, apresentou ao órgão ambiental peruano Senace o Oitavo Relatório Técnico de Suporte (ITS) da Segunda Modificação do Estudo de Impacto Ambiental da sua unidade em Cajamarca. A companhia pretende aproveitar a alta do preço do ouro para lavrar áreas mineralizadas de baixo teor que se tornaram economicamente viáveis.
O plano prevê a reconfiguração da lavra nas zonas Katia e Yanacocha Pinos, no tajo Yanacocha–Etapa 2. Para a Zona Katia, a empresa projeta extrair 13,34 milhões de toneladas de minério e 429 mil toneladas de estéril. Para Yanacocha Pinos, estima a extração de 6,32 milhões de toneladas de minério e 1,48 milhão de toneladas de estéril.
O material minerado será enviado para as pilhas de lixiviação Carachugo (Etapa 14) e La Quinua (Etapa 8). A destinação de estéril em 2027, estimada em 1,9 milhão de toneladas no total, continuará nos depósitos autorizados de Carachugo–Etapa 3 e La Quinua. A capacidade autorizada para a cava Yanacocha–Etapa 2 continuará em 156,024 milhões de toneladas de material total.
O desenho técnico prevê 17 bancadas de 10 metros em Katia e 19 bancadas de 10 metros em Yanacocha Pinos, acima da cota mínima aprovada de 3.600 metros de altitude. Embora a lavra nessas duas zonas se estenda até 2027, a vida útil operacional total aprovada para o tajo Yanacocha–Etapa 2 segue até 2040.
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