A autoridade monetária flexibilizou limites de maio de 2025 e prorrogou o desmonte de puts até 36 meses.
O Banco Central da República Argentina ampliou uma cota estabelecida em maio de 2025 que define a alocação de títulos públicos pelos bancos com base no saldo de operações compromissadas. Por meio da Comunicação A 8483, em 17 de setembro de 2026, a autoridade monetária autorizou as instituições a migrar suas posições de notas de capitalização de curto prazo para títulos de prazos mais longos, inclusive papéis atrelados ao dólar ou duais.
A determinação também ampliou o prazo para que os bancos desmontem posições remanescentes de 5,6 trilhões de pesos em opções de venda, conhecidas como puts. O período permitido foi estendido de 12 meses para intervalos de 24 e 36 meses.
A flexibilização ocorre após os prazos das colocações da dívida do Tesouro caírem para entre 111 e 131 dias em dois dos últimos três leilões, depois de terem atingido 938 dias há três meses.
O BCRA destacou que a iniciativa não eleva os limites gerais de exposição ao setor público nem autoriza a expansão do estoque total de títulos em carteira. A exposição das entidades financeiras ao setor público representa 30,6% dos ativos do sistema bancário, abaixo do patamar de 48,6% registrado em 2023.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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