O conglomerado utilizou US$ 31 bilhões no segundo trimestre para investir em ações e financiar recompras.
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Berkshire Hathaway reduziu suas reservas de liquidez em US$ 31 bilhões durante o segundo trimestre fiscal encerrado em junho. O caixa do conglomerado caiu de US$ 397 bilhões para quase US$ 366 bilhões, interrompendo um ciclo de quase quatro anos de acumulação de recursos.
Sob a liderança do CEO Greg Abel, a empresa investiu cerca de US$ 17 bilhões para ampliar sua posição na Alphabet. A Berkshire havia fechado o primeiro trimestre com 54,2 milhões de ações classe A avaliadas em cerca de US$ 15,6 bilhões, além de papéis classe C. A participação total na Alphabet agora vale quase US$ 36 bilhões, tornando-se a terceira maior posição da carteira, atrás apenas da American Express.
A Berkshire também adquiriu 17,5 milhões de ações da Delta Air Lines por cerca de US$ 1,6 bilhão, elevando sua posição para 57,3 milhões de papéis. A companhia adicionou 4,3 milhões de ações da Macy's por cerca de US$ 100 milhões, reforçou posições na Lennar e na The New York Times Company e recomprou US$ 4,5 bilhões em ações próprias, contra US$ 235 milhões no primeiro trimestre, além de alienar US$ 3,7 bilhões em ações no período.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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