O banco reduziu a projeção de EBITDA da companhia para 2027 em 11%, para R$ 8,0 bilhões.
O Bradesco BBI rebaixou a recomendação da Klabin de outperform para neutra em 22 de setembro de 2026, reduzindo o preço-alvo das units de R$ 24,00 para R$ 21,00. A mudança reflete a valorização acumulada das units e uma redução de 11% na estimativa de EBITDA da companhia para 2027, agora projetado em R$ 8,0 bilhões.
Segundo os analistas, apesar da melhora na alocação de capital, do mix mais favorável de papéis e da recuperação do segmento de kraftliner, o múltiplo de 7,1 vezes o EBITDA projetado para 2027 aponta para uma relação de risco e retorno mais equilibrada. Além disso, a geração de caixa limitada deve sustentar uma desalavancagem apenas gradual.
Com uma visão mais cautelosa para o mercado global de celulose, o banco cortou em 14% as estimativas agregadas de EBITDA do setor para 2027. A projeção de preço para a celulose de fibra curta em 2027 caiu de US$ 605 para US$ 584 por tonelada, e a premissa de longo prazo recuou de US$ 600 para US$ 570 por tonelada diante da expansão da oferta integrada na China e da entrada de novas capacidades.
No setor, a Suzano segue como a única recomendação de compra do BBI entre as produtoras sob cobertura, mesmo com o corte no preço-alvo de R$ 73,00 para R$ 59,00 para o fim de 2027. Fora do segmento de celulose pura, o banco manteve recomendação de compra para a Dexco, com preço-alvo de R$ 7,00.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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