O CFO Mike Marks aponta pagamentos estaduais e demanda estável para amenizar o resultado
A HCA Healthcare estima um impacto negativo de US$ 1 bilhão a US$ 1,2 bilhão em 2026 diante da expiração dos créditos fiscais ampliados para planos de saúde. O CFO Mike Marks afirmou em conferência com investidores que a perda do benefício deixou pacientes sem cobertura, pressionando a demanda por cirurgias eletivas.
Os pagamentos suplementares estaduais devem amortecer essa pressão, com benefício líquido projetado entre US$ 300 milhões e US$ 500 milhões para o ano. Cinco estados onde a HCA atua avançaram na aprovação de programas locais, incluindo Flórida, Geórgia, Virgínia e Colorado.
A demanda fora dos planos desses mercados subsidiados permaneceu favorável no segundo trimestre. A atividade com cobertura de outros seguros subiu 3,2% em relação ao ano anterior, com avanço de 2,5% nas internações e de 2,7% nas internações ajustadas. As comparações devem ficar mais brandas no quarto trimestre, após um recuo de cerca de 5.000 internações equivalentes no fim de 2025.
A operadora hospitalar mantém a meta de longo prazo de crescimento de 2% a 3% em internações equivalentes e alta de 4% a 6% na receita, com margens estáveis em 43 mercados de 19 estados. A taxa de ocupação segue na faixa de 70% a 75%, e a meta é elevar a presença ambulatorial de mais de 14 unidades por hospital para cerca de 20 até o fim da década.
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