O contrato para janeiro de 2031 recuou a 13,880% acompanhando alívio externo.
A curva de juros futuros encerrou o pregão desta segunda-feira, 21 de setembro de 2026, em trajetória de queda. As taxas médias e longas renovaram mínimas rumo ao fim dos negócios, levando o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2031 a cair de 14,035% para 13,880%.
Nos vencimentos mais curtos, o DI para janeiro de 2027 oscilou de 13,554% no ajuste anterior para 13,550%. Já o contrato para janeiro de 2029 atingiu a mínima intradia de 13,675%, ante 13,831% no ajuste da última sexta-feira, 18 de setembro.
O principal suporte ao movimento veio do exterior com o recuo do petróleo. Marc Chandler, estrategista-chefe de mercados da Bannockburn Capital Markets, observou que a commodity registrou sua mais longa sequência de desvalorização desde junho. Nos Estados Unidos, o rendimento da T-Note de 10 anos recuava de 4,997% para 4,954% às 17h25, antes da cúpula de quinta-feira entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping.
No cenário doméstico, o boletim Focus reduziu a projeção mediana para a taxa terminal da Selic neste ano de 13,75% para 13,50%, embutindo corte adicional de 0,25 ponto porcentual em novembro. Alexandre Espirito Santo, economista-chefe da Way Investimentos, destacou ainda a influência das plataformas de apostas na percepção do mercado, com a Polymarket apontando 63% de chance de vitória de Flávio Bolsonaro contra 37% de Luiz Inácio Lula da Silva, após a pesquisa BTG/Nexus registrar empate técnico.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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