O modelo de IA generativa reduz a taxa de quadros em quase 60% em testes para elevar a qualidade visual.
A Nvidia lançou o DLSS 5 durante o evento GTC 2026 em 18 de setembro, integrando inteligência artificial generativa à renderização em tempo real nos jogos eletrônicos. O sistema utiliza a Renderização Neural Guiada em 3D na etapa final de processamento para ajustar luzes, sombras e objetos de acordo com diferentes materiais e superfícies.
A estreia comercial ocorreu no simulador de basquete NBA 2K27, desenvolvido pela Visual Concepts e publicado pela 2K. A tecnologia está disponível para placas gráficas e notebooks GeForce RTX Série 50, além da plataforma GeForce NOW. Estúdios como Capcom, Bethesda e Ubisoft apoiaram a ferramenta, com adaptações confirmadas para jogos como Resident Evil: Requiem, Starfield e Hogwarts Legacy.
Diferente das edições anteriores voltadas a elevar os quadros por segundo, o novo modelo troca performance por detalhamento visual. Testes realizados pelo veículo TechSpot mostraram que a ativação do DLSS 5 reduziu a taxa de 192 para 76 quadros por segundo, uma queda de quase 60%.
Uma avaliação do portal especializado Xataka com uma placa RTX 5090 apontou que os ganhos gráficos são sutis durante a partida, sendo perceptíveis em repetições em câmera lenta por meio de sombras suaves e melhor iluminação. Edward Liu, diretor de pesquisa aplicada em deep learning da Nvidia, afirmou que em resolução 4K a exigência computacional cortou até 60% da taxa de quadros, demandando geração artificial de quadros para manter a fluidez.
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