O banco mira US$ 2 bilhões em economias anuais até o fim de 2026 com foco na Ásia.
O HSBC Holdings plc vai descontinuar suas operações de serviços transacionais na Alemanha, o que deve eliminar cerca de 320 postos de trabalho até 2028. O corte atinge cerca de 300 posições na HSBC Transaction Services GmbH e 20 na HSBC Service Company Germany GmbH. A divisão atua no processamento de títulos, custódia e administração.
A saída ocorre após outras vendas de ativos no país. O banco vendeu seu segmento de private banking alemão para o BNP Paribas em 2024 e acordou a separação de suas atividades de custódia e administração de fundos. Globalmente, o HSBC obteve US$ 1,7 bilhão em economias anualizadas no primeiro semestre de 2026, com custos de reestruturação de US$ 1,4 bilhão. O grupo elevou sua meta de economia anualizada para o fim de 2026 para cerca de US$ 2 bilhões, mantendo o orçamento de custos em US$ 1,8 bilhão.
A gestão planeja realocar cerca de US$ 1,8 bilhão em economias de médio prazo para áreas de maior retorno, incluindo cerca de US$ 0,3 bilhão em sinergias geradas pelo fechamento de capital do Hang Seng Bank. Em paralelo, a divisão de serviços bancários transacionais para atacado teve alta de 4% em receitas de tarifas e outras rendas no primeiro semestre de 2026, totalizando US$ 6,1 bilhões em moeda constante.
O capital liberado apoia a expansão de gestão de fortunas na Ásia. Na China, o banco incorporou os ativos de varejo afluente do Citigroup, enquanto na Índia está abrindo 20 agências e concluiu a aquisição da L&T Investment Management. O HSBC projeta RoTE anualizado de no mínimo 17% entre 2026 e 2028 e avanço de receita de 5% até 2028. No acumulado do último ano, as ações do HSBC dispararam 50%, superando a alta de 32,5% do setor.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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