O analista Taylor Manley reduziu o preço-alvo de US$ 22 para US$ 16 em 17 de setembro.
As ações da empresa de mobilidade Lyft caíram 2,5% na sessão da tarde de 17 de setembro. O movimento ocorreu após o analista Taylor Manley, do Guggenheim, rebaixar a classificação da companhia de Compra para Neutro e reduzir o preço-alvo de US$ 22 para US$ 16. Depois da queda inicial, os papéis amenizaram as perdas e foram negociados a US$ 15,35, baixa de 2,2% em relação ao fechamento anterior.
Segundo o Streetinsider, o rebaixamento sinaliza uma postura mais cautelosa de Manley, que antes mantinha recomendação de Compra com meta de US$ 22. A classificação Neutra costuma indicar expectativa de desempenho alinhado à média do setor, sem forte potencial de valorização adicional.
A ação da Lyft apresenta alta volatilidade, somando 21 oscilações superiores a 5% no último ano. O maior avanço desse período foi registrado há 5 meses, quando o papel subiu 6,9%. O salto foi impulsionado pelo otimismo com veículos autônomos, fase em que a Flexdrive, subsidiária da Lyft, fez parceria com a Waymo para operar frotas em Nashville, enquanto a concorrente Uber Technologies anunciou o compromisso de mais de US$ 10 bilhões para investir e adquirir veículos autônomos.
Desde o início do ano, a Lyft acumula recuo de 22,5%. Na cotação de US$ 15,35, o papel opera 37,5% abaixo da máxima de 52 semanas de US$ 24,57, registrada em novembro de 2025. Quem investiu US$ 1.000 em ações da Lyft há 5 anos teria hoje US$ 294,08.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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