John Williams, presidente do Fed de Nova York, descartou urgência após alta de juros.
Os rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano diminuíram o ritmo de alta em 29 de setembro de 2026 e passaram a cair nos prazos mais curtos. O movimento seguiu as declarações do presidente da distrital do Federal Reserve em Nova York, John Williams, que indicou que não há necessidade de urgência após o aperto monetário realizado neste mês.
Por volta das 16h20 de Brasília, o rendimento da Treasury de 2 anos recuava de 4,935%, no fechamento anterior, para 4,899%. No vencimento de 10 anos, a taxa subia de 5,244% para 5,261%, enquanto o papel de 30 anos avançava de 5,552% para 5,602%. O índice DXY, que mede o dólar contra uma cesta de seis divisas fortes, registrava valorização de 0,18%, aos 101,375 pontos.
No Brasil, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) marcaram mínimas do dia. A taxa do DI para janeiro de 2027 passou do ajuste anterior de 13,56% para 13,555%, a de janeiro de 2028 caiu de 13,665% para 13,570%, a de janeiro de 2029 recuou de 13,90% para 13,790% e a de janeiro de 2031 cedeu de 14,05% para 13,975%.
O dólar comercial caiu 0,22% frente ao real, cotado a R$ 5,2136. O Ibovespa avançou 0,24%, aos 183.430 pontos, perto da máxima diária de 183.780 pontos. Nas bolsas de Nova York, o Dow Jones cedeu 0,23%, aos 51.363,62 pontos, o S&P 500 recuou 0,14%, para 7.673,93 pontos, e o Nasdaq variou -0,02%, ficando em 26.813,688 pontos.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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