Nova CEO Heidi O'Neill assume a gestão após queda de 9% nas vendas comparáveis.
Em 4 de setembro de 2026, a Reuters divulgou que a Lululemon cortou suas projeções de receita e lucro para o ano pela segunda vez em 2026. O ajuste aconteceu dias antes da posse da nova CEO Heidi O'Neill, ex-executiva da Nike, que assumiu em 8 de setembro. A companhia agora prevê faturamento fiscal de US$ 10,35 bilhões a US$ 10,5 bilhões em 2026, o que representa uma retração de 5% a 7%, abaixo da faixa anterior de US$ 11,0 bilhões a US$ 11,15 bilhões.
A revisão ocorreu após a receita do segundo trimestre cair 4%, para US$ 2,42 bilhões, e as vendas comparáveis globais recuarem 9%. A receita nas Américas encolheu 8% e a venda de leggings caiu cerca de 20%, enquanto a receita internacional cresceu 4%. Com os resultados, as ações tombaram 18% para o menor nível em oito anos, ampliando a queda acumulada no ano para cerca de 52%. Para o terceiro trimestre, a direção projeta nova baixa de 10% a 11% na receita.
Números da M Science apontaram que a fatia da Lululemon no mercado de athleisure caiu 10 pontos percentuais em agosto, ficando em 43,9%. No mesmo intervalo, concorrentes avançaram: a Alo Yoga ganhou 5,9 pontos percentuais e a Vuori cresceu 2,2 pontos percentuais. Ao mesmo tempo, a área total de lojas da empresa expandiu 11% no trimestre.
A Lululemon encerrou o segundo trimestre com US$ 1,4 bilhão em caixa e equivalentes. A margem bruta de 60,5% foi beneficiada por US$ 134,5 milhões em reembolsos de tarifas alfandegárias e US$ 4,1 milhões em juros associados. O papel é negociado a cerca de 11,5 vezes os lucros projetados, contra 20,76 vezes da Nike e 13,41 vezes da Adidas.
Os preços das ações podem subir e cair. O desempenho passado não garante resultados futuros. Este artigo é uma notícia, não uma recomendação de investimento.
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